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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Investigação liga invasão de email a endereço de Roberto Pessoa


Investigações sobre o vazamento de emails do governador Cid Gomes (PSB) vincularam a invasão ao endereço do ex-prefeito de Maranacaú, Roberto Pessoa (PR). A informação é do juiz da 12ª Unidade do Juizado Especial Cível e Criminal de Fortaleza, Roberto Duarte, que informa ainda que a Casa Militar - órgão responsável pela segurança do governador – , ao constatar que o email de Cid havia sido invadido, solicitou à Justiça a quebra do sigilo de três IPs (protocolos de Internet, na sigla em inglês) apontados pela investigação como responsáveis por burlar o sistema. As informações são do jornal O POVO.

O juiz, então, concedeu a autorização para quebrar o sigilo dos acessos feitos através das operadoras Vivo e Oi, que forneceram os endereços físicos de onde os IPs haviam sido acessados. Logo depois, a Polícia Civil solicitou a emissão dos mandados de busca e apreensão de equipamentos. Nesse momento, segundo o juiz, constatou-se que um dos endereços era de Roberto Pessoa, na avenida Beira Mar.

No mesmo dia da apreensão na casa de Pessoa, foi cumprido também mandado em Maracanaú, no qual foram recolhidos computadores e celulares do gabinete e da casa do vereador Miguel Pessoa (PR), primo do ex-prefeito. Segundo a Polícia Civil, foram ao todo 13 mandados, referentes a locais de onde os três IPs teriam sido acessados. O prazo aproximado para a conclusão dos laudos nos equipamentos apreendidos é de 15 dias. Os documentos devem ser enviados ao Ministério Público.

“Estranho”
Em entrevista, Roberto Pessoa disse que acha “estranha” a vinculação feita pelo juiz. “Acho estranho porque a investigação só vai começar agora, com esse computador que levaram da minha casa”, afirma. Segundo Pessoa, a Polícia Civil estaria investigando ele por engano. “O que pode estar havendo é uma confusão por causa do meu primo, o Miguel Pessoa”, alega.

De acordo com o ex-prefeito, Miguel comprou chip com acesso à Internet e o registrou no endereço de Roberto. “Ele trabalhava comigo, foi meu assessor durante oito anos, então comprou o chip e colocou no endereço da minha casa. É o único motivo que vejo para a Polícia Civil ter ido à minha casa”, diz Pessoa, acrescentando que é vítima e não suspeito.

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